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Hevea de Mello Cyrne, de 30 anos vive na Lagoa há longos 20 anos, mas tem ido a Porto Seguro e Salvador na Bahia em muitas ocasiões, tem afinidade com a baianidade, gosta de um axé music, dança essa modalidade como uma Sheila do Tchan, tem intimidades com os orixás. Ela faz o curso de gastronomia e tem um colega muito talentoso, Fabio Azevedo que mora no Rio Vermelho e ambos resolveram introduzir na feirinha da Lagoa de sábados e domingos uma barraca de acarajé feito na hora. No primeiro final de semana , ainda sem tenda para cobertura caiu uma chuva daquelas, a feira se esvaziou e a inauguração foi no estacionamento de uma pousada, deu algo significativo. Na segunda semana de janeiro, com tenda e alegorias da Bahia, foi um sucesso, vendeu até as panelas e a colher de pau, deu fila e briga pelos últimos bolinhos de fradinho com vatapá e camarões com vinagrete. Com o passar dos dias o povo da Lagoa vai se acostumar a comer um acarajé na praça, podem pedir ”frio ou quente” que na linguagem da Bahia quer dizer sem ou com pimenta. Todos os critérios de higiene e saúde são observados e a tradição dessa comida bem brasileira é mantida em todas as etapas. Os dois futuros “chefs” avisam que aceitam encomendas e preparam car-dápios para aniversários e festas típicas, inclusive de outras culturas como a oriental. Fones para contatos: 9902-8027 ou 9618-4033. |
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