Modelo de competição criado pelo ex-top surfer mundial Brad Gerlach e trazido por Binho Nunes, o “The Game” teve extréia no Brasil em grande estilo há duas semanas atrás.
Duas nacionalidades no confronto, Estados Unidos e Brasil. E no “jogo” inventado por americano, deu Brasil.
Cada time é composto de cinco atletas e dois técnicos. Munidos no comando com walk talks para passarem instruções, um ficava no out side a bordo de um jet-ski e o outro na areia da praia. Os atletas nunca se confrontavam diretamente, cada time entrava com todos os seus integrantes de uma só vez em baterias divididas em três períodos de 12 minutos cada.
Os técnicos podiam interromper os períodos por 2 minutos a qualquer momento e estes se estendiam até no máximo em cinco oportunidades. Momentos estes que poderiam usar para uma calmaria nas ondas, ou mudar um atleta para que o mesmo pontuasse, já que o quinto atleta seria um reserva.
Apresentações acirradas, após duas rodadas com uma vitória para cada time, o time canarinho venceu a última em grande estilo, carimbando uma bela vitória e, principalmente com os aéreos de Heitor Alves e Marcelo Trekinho.
O time Brasuca foi composto pelos dois citados, como também Danilo Grilo, Bruno Santos e eu. Já os técnicos eram Pedro Muller e Peterson Rosa.
No lado yankie estavam Tom Currem, Clay Marzo, Ashen Nolan, Cory Lopes e Shane Beshen, todos surfando muito bem e proporcionando grandes espetáculos.
No comando estava CT Taylor.
Sucesso absoluto, o the game veio pra ficar, pois com certeza é muito mais que uma competição, é um jogo, onde a força em conjunto leva a melhor.
Com um ótimo formato para exibir na tv, cativou o público presente em Maresias, litoral norte paulista. |