Ascop - Revolta as aulas 2012!
7 de março de 2012Postado por: Surf Duende
Concurso Cultural Body Glove PR1ME
Quem é apaixonado pelo mar com certeza já ouviu falar da Body Glove. A marca internacional de esportes aquáticos, fundada em 1953, na Califórnia, foi uma das pioneiras no mercado de surfe no mundo, e agora inicia uma nova fase no Brasil, com o lançamento de sua linha de produtos premium, a Body Glove PR1ME.
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Para participar do Concurso Cultural é muito simples, basta deixar um comentário na foto publicada no perfil do Facebook do Floripa Turbo contando “Qual foi o fim de semana mais turbinado” da sua vida. A melhor resposta vai ganhar a T-shirt Lins Body Glove PR1ME. Irada. Participe!
Link da foto: http://on.fb.me/vfSvq8. Capriche na frase e boa sorte!
Postado por: Surf Duende
Foi um déjà vu para Gabriel Medina. Nas ondas de Ocean Beach, um dia depois de entregar o 11º título mundial a Kelly Slater, o garoto-prodígio deu o troco no americano, 22 anos mais velho. Depois, uma vitória fácil sobre Taylor Knox, 23 anos mais velho. Na decisão, mudou apenas o adversário. Em vez de Julian Wilson, como na França, um outro australiano: Joel Parkinson. O resultado? De novo uma apresentação de gala e mais um título para o surfista de apenas 17 anos. Em San Francisco, a segunda vitória em quatro etapas como integrante da elite mundial.
- É incrível. Na verdade, não sei o que fiz. Não acredito - disse Medina.
Foi quarta vitória brasileira - a terceira seguida - na temporada 2011 do Circuito Mundial. Na França, Medina foi o campeão; em Portugal, Adriano de Souza, o Mineirinho. Em maio, Mineirinho venceu o Rio Pro. A última parada será em Pipeline, no Havaí. O janela de espera vai de 8 a 20 de dezembro. Dois dias depois, Medina completará 18 anos de idade.
Em Hossegor, na França, em sua segunda etapa como surfista da elite, Medina perdeu para Slater nas oitavas, passou pela repescagem e, nas quartas, deu o troco no americano. Nas semifinais, enfrentou Knox, de quem, lá nas ondas francesas, ganhou o apelido de “Medina Airlines”. Motivo? Os muitos aéreos. Em San Francisco, a história se repetiu.
No domingo, Slater ergueu a taça depois de mandar Medina e Miguel Pupo à repescagem. Confirmava ali, depois de um erro de contas da Associação dos Surfistas Profissionais (ASP), o 11º título mundial. Nesta segunda, Medina passou pelo australiano Matt Wilkinson e marcou encontro com Slater, agora nas quartas.
Nem a prancha de cinco quilhas ajudou Slater. O brasileiro venceu o americano e depois eliminou Knox. Do outro lado da chave, Parkinson derrotava Alejo Muniz, impedindo uma final verde-amarela.
Parkinson assistiu a tudo. E, mal entrou na água, viu Gabriel Medina, nos primeiros segundos, emendar quatro manobras em uma onda e tirar 7,50. O aussie demorou cinco minutos para achar a primeira. Entrou, mas não saiu de um tubo.
Medina então remou para uma direita, rabiscou-a de ponta a ponta e arrancou 9,00 pontos. Parko se abateu. Tirou 6,90 em sua melhor. A outra nota era 4,00. Precisava de 9,60. E foi aí que o mar deu uma ajudinha para o Brasil. Marasmo. Quando as ondas enfim reapareceram, um mísero 3,63.
- Quero agradecer à galera do Brasil pelo apoio. Isso me ajudou bastante. Parabéns ao Parko. Ele é um dos meus surfistas preferidos.
Final:
Gabriel Medina BRA 16.50 x 10.90 Joel Parkinson AUS
Semifinais:
1. Gabriel Medina BRA 17.33 x 14.27 Taylor Knox EUA
2. Joel Parkinson AUS 14.97 x 14.34 Alejo Muniz BRA
Quartas de final:
1. Taylor Knox EUA 14.96 x 12.83 Kieren Perrow AUS
2. Gabriel Medina BRA 14.50 x 11.10 Kelly Slater EUA
3. Alejo Muniz BRA 13.83 x 11.83 Brett Simpson EUA
4. Joel Parkinson AUS 16.76 x 10.93 Josh Kerr AUS
Repescagem/quinta fase:
1. Taylor Knox EUA 14.67 x 12.83 Miguel Pupo BRA
2. Gabriel Medina BRA 13.93 x 13.70 Matt Wilkinson AUS
3. Brett Simpson EUA x Patrick Gudauskas EUA (machucado)
4. Joel Parkinson AUS 11.60 x 6.40 Owen Wright AUS
Por GLOBOESPORTE.COM San Francisco, EUA
Postado por: Surf Duende
O brasileiro Miguel Pupo conquistou o título do O’Neill Coldwater Classic 2011, etapa de nível Prime do circuito mundial encerrada neste domingo no pico alternativo de Waddell Creek, Santa Cruz, Califórnia (EUA).
Em ondas de meio metro, Miguel derrotou o português Tiago Pires pelo placar de 18.93 a 11.20 na decisão. Pela vitória, sua segunda em etapas Prime nesta temporada, ele fatura o cheque de US$ 40 mil, além de 6.500 pontos no ranking unificado da ASP.
De quebra, Miguel ainda leva o título geral das três etapas do O’Neill Coldwater Series (as outras foram realizadas na Nova Zelândia e Escócia) e no total engorda a conta bancária em US$ 90 mil por mais esta conquista.
Derrotado por Miguel Pupo na semifinal, o catarinense Willian Cardoso também fez bonito em Santa Cruz e terminou em terceiro na etapa, com US$ 11 mil e 4.225 pontos no ranking. Já Tiago Pires, que na outra semifinal derrotou o sul-africano Jordy Smith em uma disputa de poucas boas ondas surfadas, leva US$ 20 mil e 5.200 pontos pelo segundo lugar.
Campeão de outra etapa Prime, realizada em Trestles no mês de maio, Miguel deu poucas chances ao experiente Tiago Pires na grande final. Com notas 9.33 e 9.60, ele deixou o português em combinação de notas, precisando de 17.84 pontos.
O jovem brasileiro foi de longe o melhor no último dia de campeonato na gelada Santa Cruz. Até chegar ao topo do pódio, ele anotou quatro das dez melhores notas de todo o evento com muita inspiração nos aéreos de frontside.
Depois de vencer o duelo brasileiro contra Raoni Monteiro pela quinta fase, Miguel Pupo despachou o norte-americano Nat Young, atual vice-campeão mundial Pro Junior, com o maior somatório do torneio.
Nos minutos finais de bateria, Miguel mesclou batidas e aéreos de frontside para arrancar duas notas 9.57 seguidas e sair das quartas-de-final com o maior somatório de todo o Coldwater Classic, 19.14 pontos.
O duelo semifinal contra Willian Cardoso começou equilibrado, com os dois empatados com nota 6.00 como melhor onda. Mas não demorou para Miguel atacar por cima e arrancar nota 8.50 com um aéreo acrobático de frontside. O paulista ainda anotou mais 6.84 pontos para vencer por 15.33 a 8.80.
Agora Miguel Pupo, Tiago Pires e Jordy Smith seguem para São Francisco, onde a partir de terça-feira começa a décima e penúltima etapa do World Tour 2011.
Já a próxima etapa Prime do circuito mundial acontece entre os dias 12 e 23 de novembro em Haleiwa, Hawaii.
Resultado do O’Neill Coldwater Classic 2011
1 Miguel Pupo (Bra)
2 Tiago Pires (Por)
3 Willian Cardoso (Bra)
3 Jordy Smith (Afr)
5 Josh Kerr (Aus)
5 Nic Muscroft (Aus)
5 Nat Young (EUA)
5 Dusty Payne (Haw)
9 Raoni Monteiro (Bra)
13 Tomas Hermes (Bra)
13 Wiggolly Dantas (Bra)
25 Thiago Camarão (Bra)
37 Hizunomê Bettero (Bra)
73 Jessé Mendes (Bra)
73 Jano Belo (Bra)
73 Junior Faria (Bra)
73 Yuri Sodré (Bra)
73 Gabriel Medina (Bra)
73 Jerônimo Vargas (Bra)
73 Alejo Muniz (Bra)
Por Redação Waves
Postado por: Surf Duende
Por Lucas Conejero
Filipe salva a pátria
Oito das 16 baterias da terceira fase da categoria Masculino foram disputadas nesta quinta-feira e dos sete brasileiros que caíram na água, Filipe Toledo foi o único que avançou à quarta fase do Quiksilver apresenta Arnette ASP World Junior Championship 2011 no Arpoador, Rio de Janeiro (RJ).
Na terceira bateria do dia, o principal expoente da nova geração ubatubense encarou Medi Veminardi, atleta das Ilhas Reunião, e mandou muito bem. Atual campeão sul-americano e do US Open Pro Junior, Filipinho mesclou rasgadas, batidas, aéreos rodando – sua especialidade – e mandou o francês de volta para casa (15.50 a 14.10).
“A temporada tem sido excelente. Vencer o US Open e o sul-americano foi animal. Encontrei uma direita boa logo no começo, consegui encaixar as manobras, finalizar com um aéreo e fazer o high score. A prancha está no pé e vou com tudo em busca do título”, promete Toledo, que finalizou a primeira etapa na 17a posição e precisa de um bom resultado para subir no ranking e entrar na briga pelo caneco do circuito.
No primeiro confronto do dia, o brasileiro naturalizado havaiano Kiron Jabour enfrentou Luan Carvalho. Enquanto Jabour apostou nas esquerdas, Carvalho investiu nas direitas, um pouco menores, e nos aéreos. A tática não funcionou e Luan acabou eliminado (14.33 a 11.04).
“A bateria foi meio devagar, mas consegui uma nota boa em uma esquerda (8.00), achei aquela direitinha (6.33), mandei duas manobras e passei”, comenta Kiron.
O português Frederico Morais e o catarinense Caue Wood caíram no mar na segunda bateria. Com um ataque sólido de backside, repleto de batidas verticais, Morais ditou o ritmo e não deu chances para Wood (15.77 a 10.43).
“O mar está difícil, consegui aproveitar bem as ondas que vieram e apesar de ter derrotado o Caue, meu amigo de infância, estou muito feliz por ter passado de fase”, comemora o lusitano local de Caiscais, região do litoral português com altas ondas.
O francês Maxime Huscenot e o australiano Matt Banting duelaram na quarta bateria. O aussie escolheu melhor as ondas, virou nos últimos minutos e avançou com placar apertado (16.50 a 16.13). “Dei sorte, consegui achar uma boa onda no final e virei a bateria. Sem dúvida foi uma ótima disputa”, afirma Matt.
Na quinta bateria, o australiano Jack Freestone, atual campeão mundial Pro Junior, deu show de surf competitivo e escovou o brasileiro Lucas Silveira por ampla vantagem.
Solto na vala, o aussie exibiu vasto repertório de manobras modernas, arrancou 8.50 pontos ao destruir uma boa esquerda e 9.53 pontos (melhor nota do dia) depois de completar um aéreo rodando na base em uma direita intermediária. O brazuca lutou até o final pela vitória, mas a performance arrasadora do australiano minou qualquer chance de virada (18.13 a 12.46).
“Achei um aéreo que me rendeu aquela onda na casa dos 9.00 pontos. Estou me sentindo bem, totalmente à vontade e espero fazer um bom resultado. Depois de 10 anos, recuperei o título do circuito para a Austrália e pretendo manter ele em casa”, afirma Freestone.
Peterson Crisanto, brasileiro melhor colocado na etapa de abertura do circuito (5a posição ao lado de Caio Ibelli), foi para a água no sexto confronto contra Arashi Kato. Os atletas apresentaram um surf moderno e revezaram-se na liderança.
Nitidamente determinado, o japonês destruiu as esquerdas. Petersinho investiu nos aéreos e buscou um high score na rampa de direita do inside. No fim, a escolha de ondas fez a diferença e o brasileiro acabou eliminado.
“A bateria foi disputada, o japonês surfou muito bem e infelizmente perdi. Fui bem na primeira etapa na Indonésia e os pontos vão me ajudar no ranking. Não tem nada perdido. Agora é treinar forte para a decisão na Austrália”, lamenta Crisanto.
A sétima bateria marcou mais uma derrota brazuca na etapa. Local do Guarujá (SP), Sidney Guimarães tentou bater de frente com Tanner Hendrickson, mas não se encontrou no outside, passou a maior parte do confronto em combinação e foi eliminado pelo havaiano (14.34 a 7.87).
Local de Saquarema (RJ), Yan Guimarães disputou a última bateria do dia contra Davey Cathels, australiano de North Narrabeen, e se deu mal. Campeão da primeira etapa do circuito e atual líder do ranking, o aussie impressionou a galera na areia.
Com um surf polido e agressivo, atacou as valas de meio metro sem dó e despachou o brasileiro com certa facilidade (15.17 a 8.00). Yan pareceu um pouco pesado para o tamanho das ondas e não conseguiu sequer uma nota acima de 4.07 pontos.
Um nova chamada acontece às 7:45 horas desta sexta-feira no Arpex.
Postado por: Surf Duende
Por João Carvalho
Com um surf moderno e amplo repertório de aéreos, Kolohe Andino, 17, venceu o ubatubense Hizunomê Bettero na bateria final e sagrou-se campeão do Arnette apresenta Quiksilver Brasil Open of Surfing, encerrado neste domingo no Arpoador, Rio de Janeiro (RJ).
Nova sensação do surfe norte-americano, o jovem também venceu o SuperSurf Internacional na semana passada em Ubatuba (SP) e depois da dobradinha, entrou no grupo dos 32 surfistas que formarão a elite do ASP World Tour em 2012.
“Foi uma final muito difícil. Sabia que estava enfrentando um grande surfista. Pegamos boas ondas e ele liderou grande parte do tempo. Achei que não fosse conseguir virar. Quando as séries voltaram, apostei nos aéreos e fiz duas boas notas nas direitas”, conta Andino, que embolsou U$S 20 mil e praticamente confirmou sua vaga ao alcançar o 24o lugar no ASP World Ranking.
“O Brasil é lindo, as pessoas são hospitaleiras, a comida é boa e as ondas maravilhosas. Os resultados foram excelentes. Consegui subir no ranking, mas não parei para pensar nisso e ainda não me sinto no ASP Tour. Vim para cá pensando em surfar, me divertir e consegui vencer duas competições. Portanto, o pensamento continua o mesmo”, completa Kolohe.
Final Na bateria decisiva, Hizu largou na frente com uma nota 7.50 pontos contra 4.83 pontos do americano. Logo depois Kolohe pegou uma esquerda longa, mandou bem (8.83) e assumiu a ponta. Ele ainda surfou outra onda rápida (7.67) e disparou na dianteira. O ubatubense voltou para a briga com uma ótima onda: mandou quatro manobras, finalizou com um aéreo rodando perfeito e levantou a torcida na areia (9.07).
Com apenas três ondas surfadas por cada um, o americano ficou precisando de 8.25 pontos para retomar a ponta. Depois de um remanso de aproximadamente 5 minutos, Kolohe pegou uma fraca, errou a segunda manobra e deixou a prioridade para o brasileiro.
Hizunomê esperou pacientemente pela entrada de uma da série maior. O americano pegou várias no inside e usou a mesma tática de mandar aéreos na beira que lhe rendeu a vitória na semifinal contra o carioca Leonardo Neves. De tanto insistir, achou uma boa esquerda, variou rasgadas e batidas, mas a nota saiu (7.70) insuficiente.
O ubatubense só pegou outra onda – uma esquerda que fechou - quando faltavam 8 minutos para o término. A direita sobrou para Kolohe, ele usou sua arma mortal (aéreo rodando perfeito), cravou 8.40 pontos e virou o placar.
Agora era o brasileiro que precisava correr atrás de 7.66 pontos nos minutos finais. Hizunomê escolheu uma esquerda, mandou três manobras fortes, mas os juízes deram nota 7.40 pontos. Não satisfeito, o americano achou outra direita, mandou um aéreo reverse de grab, arrancou 9.10 pontos e sacramentou a vitória (17.50 x 16.57).
“Fiz o meu melhor. Achei uma onda muito boa, mandei quatro manobras, acertei um aéreo e recebi 9.07 pontos. Enquanto ele em um único aéreo tirou quase a mesma nota. Mesmo assim estou feliz pelo resultado. Fazia tempo que não chegava em uma final de etapas do mundial. Vou continuar batalhando em busca das vitórias”, promete Hizu, que embolsou U$S 10 mil e subiu da 52a para a 48a posição no ranking unificado da ASP.
Já o campeão Kolohe Andino ingressou no G 32 do ASP World Ranking quando derrotou o paulista Thiago Camarão nas quartas-de-final pela segunda vez consecutiva. Os dois haviam se enfrentado nesta mesma fase no SuperSurf Internacional em Ubatuba.
Na semifinal, o americano eliminou Leonardo Neves, último carioca da competição. O resultado foi contestado e recebeu vaias da platéia presente na praia. Léo precisava de 7.07 pontos para virar, achou uma onda boa nos instantes finais e acabou fora da decisão depois de fazer 7.00 pontos.
“O resultado é contestável. Kolohe deu um aéreo pequeno na beira, a manobra não foi muito expressiva e obteve 6.80 pontos. Ou seja, quase a mesma nota da minha última onda onde acertei quatro batidas fortes. Sei que fiz uma boa campanha no campeonato. Perdi a oportunidade de vencer esta etapa. Enfim, estou feliz pelo terceiro lugar”, comenta Neves.
Arnette World Junior Leonardo Neves, 31, dividiu o terceiro lugar no pódio do Quiksilver Brasil Open com Filipe Toledo, 16, o mais jovem dos semifinalistas
Atual campeão sul-americano Sub 20, Filipinho será um dos destaques do Brasil no Quiksilver apresenta Arnette ASP World Junior Championship, segunda etapa do Circuito Mundial Pro Junior da ASP, que começa nesta segunda-feira também no Arpex.
“Estou muito feliz com esse resultado. É disparado meu melhor como profissional. Foi muito legal fazer a semifinal com o Hizunomê, conterrâneo e grande amigo”, diz o filho do bicampeão brasileiro Ricardo Toledo.
Resultados do Arnette apresenta Quiksilver Brasil Open of Surfing
1 Kolohe Andino (EUA)
2 Hizunomê Bettero (Bra)
3 Leonardo Neves (Bra)
3 Filipe Toledo (Bra)
5 Thiago Camarão (Bra)
5 Bino Lopes (Bra)
5 Thiago Guimarães (Bra)
5 Jessé Mendes (Bra)
9 Pedro Henrique (Bra)
9 Marcio Farney (Bra)
9 Keanu Asing (Haw)
9 Mitch Crews (AUS)
G-32 do ASP World Ranking 2011 depois de 40 etapas
1 Kelly Slater (EUA) - 69.000 pontos
2 Owen Wright (AUS) - 49.400
3 Taj Burrow (AUS) - 48.450
4 Adriano de Souza (Bra) - 46.700
5 Joel Parkinson (AUS) - 46.600
6 Jordy Smith (Afr) - 46.025
7 Julian Wilson (AUS) - 45.700
8 Jeremy Flores (Fra) - 40.570
9 Michel Bourez (Tah) - 36.900
10 Gabriel Medina (Bra) - 36.620
11 Bede Durbidge (AUS) - 35.700
12 Mick Fanning (AUS) - 35.399
13 Alejo Muniz (Bra) - 35.199
14 Heitor Alves (Bra) - 34.895
15 Damien Hobgood (EUA) - 34.570
16 Josh Kerr (AUS) - 33.999
17 Adrian Buchan (AUS) - 30.641
18 Raoni Monteiro (Bra) - 27.845
19 Matt Wilkinson (AUS) - 25.650
20 Miguel Pupo (Bra) - 24.753
21 Taylor Knox (EUA) - 24.300
22 Jadson André (Bra) - 23.640
23 John John Florence (Haw) - 23.516
24 Fredrick Patacchia (Haw) - 22.120
25 Dusty Payne (Haw) - 21.975
26 Kolohe Andino (EUA) - 21.742
27 C. J. Hobgood (EUA) - 21.700
28 Kai Otton (AUS) - 21.650
29 Brett Simpson (EUA) - 21.600
30 Yadin Nicol (AUS) - 21.371
31 Chris Davidson (AUS) - 21.208
32 Travis Logie (Afr) - 21.117
37 Thiago Camarão (Bra) - 18.810
41 Jessé Mendes (Bra) - 18.342
43 Willian Cardoso (Bra) - 16.818
48 Hizunomê Bettero (Bra) - 14.905
50 Junior Faria (Bra) - 14.461
53 Leonardo Neves (Bra) - 12.445
63 Wiggolly Dantas (Bra) - 10.379
83 Tomas Hermes (Bra) - 7.924
88 Jano Belo (Bra) - 6.983
95 Ricardo dos Santos (Bra) - 6.326
98 Pablo Paulino (Bra) - 6.001
100 Yuri Sodré (Bra) - 5.909
Postado por: Surf Duende
Confira ao vivo:
http://brasilopendesurf.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=65&Itemid=53
A última esperança paraibana no Brasil Surf Open, evento seis estrelas do Qualifying Mundial de Surfe, acabou neste sábado. Jano Belo foi eliminado na bateria que abriu as disputas deste sábado na praia do Arpoador, zona sul do Rio de Janeiro.
Jano acabou barrado pelo carioca Pedro Henrique e pelo americano Klohe Andino, que atingiram mais de 13 pontos no somatório das duas ondas. O surfista paraibano ficou precisando de uma nota 7,64 para desbancar Andino do segundo lugar na bateria.
De qualquer forma, o terceiro lugar na terceira fase rendeu mais 410 pontos para Jano Belo no ranking unificado do Circuito Mundial de Surfe, além de US$ 1,5 mil de premiação.
Outros dois paraibanos participaram do Brasil Surf Open, mas já haviam sido eliminados: Samuel Igo, na primeira fase; e Ulisses Meira, no round seguinte.
Postado por: Surf Duende
Por GLOBOESPORTE.COM Peniche, Portugal
Nem Kelly Slater, que dominou todas as baterias até a final, conseguiu pará-lo. O dia era Adriano de Souza, o Mineirinho. Com uma nota 9,00 logo no começo da bateria, o brasileiro dominou o decacampeão do mundo na final e conquistou, nesta terça-feira, o título da etapa de Peniche (Portugal) do Mundial de surfe. O placar final mostrou 15,67 a 14,73 para o brasileiro.
Mineirinho já vinha mostrando bom desempenho na praia de Supertubos desde as fases iniciais do campeonato. Nas quartas de final, o paulista tirou uma rara nota 10 para derrotar de forma apertada o francês Michel Bourez (17,60 a 17,53).
Na decisão, já com poucas ondas, Mineirinho aproveitou a melhor delas e saiu do tubo pedindo outra nota 10. Os juízes deram 9, mas a vantagem para o rival já era grande. Quando Slater finalmente entrou na disputa e tirou 6,83, o brasileiro reagiu com um 6,67. A 11 minutos do fim, o americano precisava de 8,85 para virar a série. O decacampeão pegou uma boa onda a dois minutos do fim, mas os juízes lhe deram apenas 7,90;
O título desta terça-feira foi o segundo consecutivo do Brasil no Mundial. Em Hossegor, na França, Gabriel Medina, que também eliminou Kelly Slater, saiu como campeão. Em Peniche, Medina não passou da terceira fase. Heitor Alves, segundo melhor brasileiro em Supertubos, caiu diante de Slater nas quartas. Outros cinco brasucas foram eliminados na repescagem: Bruno Santos, Raoni Monteiro, Jadson André, Miguel Pupo e Alejo Muniz.
Emoção desde as quartas
As quartas de final começaram emocionantes, com uma bateria disputadíssima entre os australianos Taj Burrow e Julian Wilson. Taj saiu na frente com um 9,37 logo no começo da sessão e aumentou a vantagem depois. Wilson precisava de 9,80 para virar a bateria e conseguiu um tubo espetacular que lhe rendeu um 10 perfeito a menos de três minutos do fim.
Taj, no entanto, também havia acabado de pegar um belo tubo. A nota, um 8,53, foi divulgada junto com o 10 de Wilson e manteve Taj na ponta. Não restou tempo para uma virada, e Wilson saiu da água lamentando o resultado: 17,94 x 17,50 para o compatriota.
Em seguida, foi a vez de Heitor Alves reencontrar Kelly Slater, que o superou por pouco na quarta fase (19,30 a 17,20, resultado que mandou o brasileiro para a segunda repescagem). O americano começou arrasador novamente, com uma nota 7,17 no primeiro minuto da bateria. Heitor só encontrou uma boa onda com 15 minutos de sessão, mas obteve apenas um 6,00. Slater, pouco antes, fez seu melhor tudo e somou 9,70, deixando o brasileiro em combinação.
Um 9,00 a menos de dez minutos do fim da bateria selou o resultado. Slater abriu 18,70 contra 7,43 de Alves. O americano ainda brincou, pegando um tubo com switch foot (pé esquerdo fazendo a base - Slater usa normalmente o direito) antes de avançar às semifinais por 18,70 a 7,67.
As emoções continuaram em alta no duelo entre Adriano de Souza, o Mineirinho, e Michel Bourez. O francês liderou a bateria até a marca de dez minutos para o fim, quando o brasileiro deu um show e conseguiu uma nota 10. Pouco depois, Bourez deu o troco, com uma onde que lhe rendeu 8,03 e a liderança novamente.
Mineirinho precisava de 7,53 para a virada e foi preciso a cinco minutos do fim. Os juízes lhe deram 7,60. Bourez, então, tinha que conseguir 8,11 para vencer, mas sua última tentativa, a um minuto do encerramento, valeu apenas 7,33. O placar final mostrou 17,60 a 17,53. Na semi, o brasileiro enfrentaria o australiano Bede Durbidge, que fez 17,10 contra 16,60 do compatriota Joel Parkinson.
Slater faz 19,50 para ir à final
A badalada semifinal entre Kelly Slater e Taj Burrow não decepcionou. Logo na primeira onda, Slater somou 9,50, mas Taj reagiu em menos de dois minutos com uma nota 9,80 para tomar a liderança. O americano conseguiu 7,33 na sua segunda melhor onda, mas Taj novamente voltou a ponta com um 7,07. Slater precisava de 7,38 e conseguiu a pouco menos de cinco minutos do fim, com um tubo perfeito e uma nota 10. Por 19,50 a 16,87, o americano avançou à bateria decisiva.
A segunda semi não teve nível tão alto, mas foi emocionante até o fim. Mineirinho abriu na frente com duas ondas seguidas (7,00 e 6,83). Durbidge, que já havia sido superado pelo brasileiro na quarta fase, reagiu com uma onda que valeu 7,03 - a maior nota da sessão. O aussie, contudo, ainda precisava de 6,80, mas o mar não ajudou. Durbidge ainda tentou um tubo no desespero, no último minuto, mas a onda fechou com ele dentro.
Postado por: Surf Duende
O músico representa a Confraria do Chopp na competição
Com seu estilo samba rock, Bruno Mello venceu a sétima etapa do I Festival de Músicos de Bares de Florianópolis. O músico participa da competição representando a Confraria do Chopp.
O I Festival de Músicos de Bares de Florianópolis é uma competição inédita na história da FENAOSTRA e busca valorizar os artistas que se apresentam em bares e restaurantes da Capital.
O concurso acontece até o dia 15 de outubro, quando serão conhecidos os quatro primeiros colocados, que se apresentarão em um grande show no dia 16, último dia da FENAOSTRA 2011.
Os vencedores receberão troféus e premiação em dinheiro, conforme segue:
+ primeiro colocado: R$2.800,00 (dois mil e oitocentos reais)
+ segundo colocado: R$1.000,00 (hum mil reais)
+ terceiro colocado: R$700,00 (setecentos reais)
+ quarto colocado: R$500,00 (quinhentos reais)
Postado por: Surf Duende
Joaquina: As ondas estão quebrando com no máximo meio metro na série e a formação é regular. Nesse momento o vento norte sopra moderado a forte e tem um surf rolando, mas nada de especial.
Mole: Temos meio metro na série quebrando com formação ruim a regular. Tem surf rolando, mas o vento prejudica um pouco a formação das ondas.
Barra da Lagoa:As ondas estão quebrando com no máximo meio metro na série e a formação é irregular. O mar está mexido e as ndas estão baixas e fracas. Segundo o CPTEC a maré é baixa às 06h17 com 0.3 e será alta às 11h26 com 1.0.
O tempo: nublado
Ondulação: leste
Temperatura água: fria
Vento: norte moderado
Melhores picos:
Joaquina:
Mole:
Barra:
É isso aí, esse foi mais um confere do surf duende floripaturbo. Boa tarde e boas marolas.
Postado por: Surf Duende